Duas ou três coisas que sei dela.
Estadão A social-democracia à brasileira é mais liberal que o discurso dos novos libertários.
Estadão A social-democracia à brasileira é mais liberal que o discurso dos novos libertários.
Estadão Os mais supersticiosos já torcem para 2020 chegar logo e levar a zica embora.
Estadão Privatizar é sempre um desafio. Sem boa governança pode ser impossível.
Estadão O País não suporta mais o dissenso visto nos últimos anos entre os poderes.
Estadão O essencial é o presidente e a equipe econômica falarem a mesma língua.
Estadão Parte de nossa sociedade vem demandando a tutela e a censura do Estado.
Estadão O governo federal tem de dar o exemplo e ajudar os Estados com sua expertise.
Estadão Bolsonaro reafirmou seu respeito à Constituição; tem de ajustar discurso à prática.
Estadão Bolsonaro parece não perceber que, se eleito, será o presidente dos #EleNão também.
Estadão Regras do setor elétrico estão velhas e órgão regulador assiste pacificamente esse descalabro.
Estadão O descrédito é enorme e o voto vem carregado de raiva, medo e frustração.
Estadão É fundamental que o Executivo passe a encarar a indicação de nomes para as agências reguladoras com a mesma seriedade que trata os nomes para compor a diretoria do Banco Central e da CVM.
Estadão Privatização é coisa séria, não combina com bravata eleitoral.
Estadão Os três Poderes estão em desordem, sem credibilidade, não oferecem rumo ao País.
Estadão A função da agência reguladora não é definir preços, mas sim estimular a concorrência.
Estadão Quem sofre com os desacertos na Eletrobrás são os consumidores.
Estadão O Estado brasileiro precisa ser refundado; ajustes marginais não funcionam.
Estadão Chama a atenção que, ao contrário do que ocorre no setor financeiro, nenhum acionista controlador tenha sido afastado ou ‘inabilitado’.
Estadão Espero que o momento ponha a privatização em definitivo na agenda da reforma do Estado.
Estadão A Eletrobrás anunciou um prejuízo de R$ 14,4 bilhões em 2015, quase cinco vezes maior que o registrado em 2014. Vários fatores contribuíram para o aprofundamento da crise na estatal de energia, com destaque para o populismo tarifário, resultante da desastrada Medida Provisória (MP) 579, e a participação em setores que não são parte de sua vocação original, como o segmento de distribuição de energia.