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A Eletrobrás tem solução?

Estadão A Eletrobrás anunciou um prejuízo de R$ 14,4 bilhões em 2015, quase cinco vezes maior que o registrado em 2014. Vários fatores contribuíram para o aprofundamento da crise na estatal de energia, com destaque para o populismo tarifário, resultante da desastrada Medida Provisória (MP) 579, e a participação em setores que não são parte de sua vocação original, como o segmento de distribuição de energia.

É hora de privatizar…

Outros A privatização é parte da solução dessa crise. Nenhum governante gosta de vender empresas, mas a crise fiscal não será superada sem isso.

É hora de privatizar.

Folha de S.Paulo A privatização é parte da solução dessa crise. Nenhum governante gosta de vender empresas, mas a crise fiscal não será superada sem isso.

Oportunidade perdida.

Estadão Governo Dilma anuncia agora a venda de ativos da Petrobrás. O Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da empresa prevê desinvestimentos de US$ 15,1 bilhões para 2015 e 2016.

Às escuras.

Folha de S.Paulo O governo, em sua realidade paralela, diz que há energia sobrando. Trabalha como se o planejamento funcionasse de acordo com seu Power Point.

Semelhança inexistente.

O Globo PT e PSDB divergem em quase tudo, não fosse assim o termo “polarização”, tantas vezes utilizado, não faria o menor sentido.

Esperança.

Folha de S.Paulo Escrevo minha última coluna sem saber o resultado das eleições. Única certeza que tenho é que o país não acaba nem começa hoje.

Nos trilhos.

Folha de S.Paulo Prêmio Nobel vem em boa hora, pois recolocar a regulação nos trilhos é urgente para a expansão de investimentos em infraestrutura.

Maria Antonieta.

Folha de S.Paulo Sem nenhuma criatividade, a campanha da reeleição apela para o discurso do medo. Como o roteiro é o mesmo, as ameaças não surtem mais efeito.

TCU, esse pessimista.

Folha de S.Paulo Finalizei esta coluna na expectativa de que haverá segundo turno. Nele o jogo eleitoral será mais equilibrado.

A banalidade do erro.

Folha de S.Paulo Dados da Pnad divulgados com erro foram imediatamente retificados. Um erro banal, disse a presidente. Pior são os erros conscientes.

Orloff.

Folha de S.Paulo Cristina Kirchner acaba de aprovar uma lei que dá ao Executivo o poder de fixar preços, determinar estoques e regular produção.

Tergiversando.

Folha de S.Paulo Não vejo a tradicional mobilização em torno das eleições. Debate sobre programas de governo e propaganda eleitoral só mesmo nas redes sociais.

Amélias.

Folha de S.Paulo Há duas semanas, Jandira Magdalena saiu de casa e não voltou. eu destino: uma clínica de aborto clandestina.

A retomada do etanol.

Folha de S.Paulo Para que o etanol volte a experimentar um ciclo virtuoso é preciso uma política para reposicioná-lo como combustível estratégico.

Sem rancor.

Folha de S.Paulo Há pouco mais de 20 anos o Brasil convivia com uma hiperinflação e o impeachment de um presidente. Era difícil ser otimista.

Junto e misturado.

Folha de S.Paulo Começou o horário eleitoral. A previsão dos gastos totais com campanha está na casa do bilhão. Mas o tema do financiamento segue em suspenso.

Fora de ordem.

Folha de S.Paulo Alguma coisa está fora de ordem com as empresas estatais de energia. O governo vem impondo a elas responsabilidades que não são delas.

Xô.

Folha de S.Paulo Sou otimista. Acredito no Brasil. Acredito no Botafogo. Mas fico pessimista ao ver o desastre da intervenção do governo no setor elétrico.

Encruzilhada.

Folha de S.Paulo Relatório de banco não é propaganda eleitoral. Essencialmente, reproduz fatos para orientar a decisão dos seus investidores.

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