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Roda Viva | Fernando Coelho Filho | 02/10/2017

Roda Viva Elena Landau participa da bancada que entrevista o Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para falar da privatização da Eletrobras e da venda das hidrelétricas da…

Persio Arida: Cenários econômicos pós-pandemia

Livres Como enfrentar o pós-Pandemia?

Elena Landau e as relações entre homens e mulheres na meia idade

Mulheres 50 mais Neste episódio de Mulheres 50 Mais, a economista e advogada Elena Landau fala sobre as relações entre homens e mulheres na meia idade e experiências com o sexo…

Leniência leniente.

Estadão Chama a atenção que, ao contrário do que ocorre no setor financeiro, nenhum acionista controlador tenha sido afastado ou ‘inabilitado’.

Idade mínima para aposentadoria das mulheres deve ser menor? NÃO.

Folha de S.Paulo Previdência não é política compensatória.

A hora e a vez do governo federal.

O Globo Pouco se ouve falar de privatização. O país possui 159 estatais, além de 220 estatais inativas. Boa parte deste inchaço é herança do PT.

Sem preconceito.

Estadão Espero que o momento ponha a privatização em definitivo na agenda da reforma do Estado.

A Eletrobrás tem solução?

Estadão A Eletrobrás anunciou um prejuízo de R$ 14,4 bilhões em 2015, quase cinco vezes maior que o registrado em 2014. Vários fatores contribuíram para o aprofundamento da crise na estatal de energia, com destaque para o populismo tarifário, resultante da desastrada Medida Provisória (MP) 579, e a participação em setores que não são parte de sua vocação original, como o segmento de distribuição de energia.

É hora de privatizar…

Outros A privatização é parte da solução dessa crise. Nenhum governante gosta de vender empresas, mas a crise fiscal não será superada sem isso.

É hora de privatizar.

Folha de S.Paulo A privatização é parte da solução dessa crise. Nenhum governante gosta de vender empresas, mas a crise fiscal não será superada sem isso.

Oportunidade perdida.

Estadão Governo Dilma anuncia agora a venda de ativos da Petrobrás. O Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da empresa prevê desinvestimentos de US$ 15,1 bilhões para 2015 e 2016.

Às escuras.

Folha de S.Paulo O governo, em sua realidade paralela, diz que há energia sobrando. Trabalha como se o planejamento funcionasse de acordo com seu Power Point.

Semelhança inexistente.

O Globo PT e PSDB divergem em quase tudo, não fosse assim o termo “polarização”, tantas vezes utilizado, não faria o menor sentido.

Esperança.

Folha de S.Paulo Escrevo minha última coluna sem saber o resultado das eleições. Única certeza que tenho é que o país não acaba nem começa hoje.

Nos trilhos.

Folha de S.Paulo Prêmio Nobel vem em boa hora, pois recolocar a regulação nos trilhos é urgente para a expansão de investimentos em infraestrutura.

Maria Antonieta.

Folha de S.Paulo Sem nenhuma criatividade, a campanha da reeleição apela para o discurso do medo. Como o roteiro é o mesmo, as ameaças não surtem mais efeito.

TCU, esse pessimista.

Folha de S.Paulo Finalizei esta coluna na expectativa de que haverá segundo turno. Nele o jogo eleitoral será mais equilibrado.

A banalidade do erro.

Folha de S.Paulo Dados da Pnad divulgados com erro foram imediatamente retificados. Um erro banal, disse a presidente. Pior são os erros conscientes.

Orloff.

Folha de S.Paulo Cristina Kirchner acaba de aprovar uma lei que dá ao Executivo o poder de fixar preços, determinar estoques e regular produção.

Tergiversando.

Folha de S.Paulo Não vejo a tradicional mobilização em torno das eleições. Debate sobre programas de governo e propaganda eleitoral só mesmo nas redes sociais.